As regiões frias de quem somos - Diário de viagem - Dias 4 e 5


4º e 5º dias do diário de viagem a Montana - USA para estudos e práticas holísticos, além de muita interiorização mesclada com muita brincadeira com a criança de 2 anos, Lótus, que sou pai e com quem aprendo muito também!

Dias ensolarados e nesse quarto dia precisava fazer algumas coisas perto de um parque extremamente lindo chamado Glacier National Park e decidi ir lá.

Bom, começou a chover e o tempo virou então, já que não daria para caminhar mais, resolvi prestar ainda mais atenção no que eu podia aprender do dia.

Aqui em Monata neva muito no inverno, mas nesse momento foi a transição de primavera para verão, portanto, nada de neve, só bastantes cervos e alguns ursos. =)

Os topos das montanhas ficaram cobertos de nuvens e chuva.

Quando a chuva passou a paisagem ficou como essa na foto, com o topo delas novamente com neves, além de um dia bastante frio, foi então que o insight me veio.

Na verdade estava tendo alguns desafios e tudo se conectou e a ficha caiu.

Os topos daquelas montanhas, são como partes nossa.

Partes frias, que algumas vezes não olhamos com atenção e compaixão. Queremos apenas olhar algo que consideramos bom para nossa personalidade criada, como se fosse possível separar as coisas ou possível não olhar para o todo.

Sempre damos um jeito de olhar para nossa totalidade.

Nossas partes frias podem ser um mal humor momentâneo, uma tristeza, uma irritação, amargura, ciúmes, ressentimento, rejeição, não importa, para ficar mais fácil vamos chamar de aspectos de vibração mais baixa.

Elas veem e ficamos tomado com elas, sofrendo, resistindo, brigando com os outros ou com nós mesmo, porque queremos rejeitar, mas brigar e não aceitar resolve? Não, não resolve.

E o que os topos gelados com neve das montanhas tem a ver com isso?

Tudo!

Assim como essas neves são passageiras, essas vibrações baixas do momento também são. Elas precisam apenas de um pouco do calor.

No caso das montanhas é o sol quem trás o calor. Nas nossas friezas é o amor incondicional que traz acolhimento sem julgamento e com clareza.

O primeiro passo é acolhermos e olharmos com amor para esses aspectos frios nossos, em seguida colocar clareza do porque estamos sentindo e criando situações para sentir isso.

A simples visão das montanhas com neve nos topos me trouxe isso, elas foram minhas mestras.

Pensei isso e em seguida o sol refletiu nas neves, as partes geladas e então mais um insight. Nossas partes geladas também refletem a luz e a beleza! Todo nosso ser reflete, precisamos apenas saber olhar e trazer clareza.

No dia seguinte elas permanecem assim ainda, onde continuam a me lembrar toda essa reflexão!

E você? Já olhou com amor e compaixão para as suas partes geladas?

Faz isso agora! O que acontece quando você faz isso?

Dias passados:

Dia 1: encontro com cavalos selvagens

Dia 2: encontro com uma corsa

Dia 3: o que eu aprendi com um corvo

Abraços!

Ricardo Garé

Mestre em Reiki, Instrutor e terapeuta de ThetaHealing, Terapeuta Floral e Veterinário Holístico

www.reikiveterinario.com.br

www.thetahealing.com/RicardoGarePlenitude

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